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História e forma escolhida
Bura está documentada na cultura de cartas russófona e pertence à família de vazas com ases e dez valiosos. O relato de Alexey Lobashev e Alexander Tvaladze regista a forma de três cartas junto de variantes distintas de Kozel. Não se estabelece inventor nem data exatos. Escolhemos duas pessoas e respostas abertas; descartes ocultos pertencem a outra forma.
02 /
Baralho e preparação
Use 36 cartas. Ordem A–10–K–Q–J–9–8–7–6; valores 11–10–4–3–2–0–0–0–0. O baralho contém 120 pontos, mas a jogada costuma terminar antes. Sorteie o primeiro dador. Baralhe, corte e dê 3 a cada um, uma a uma; exponha a seguinte para trunfo e ponha o baralho em cruz sobre ela.
Antes da primeira mão cada um põe 1 ficha virtual num pote comum. Sai quem não deu. Mantenha a mão oculta salvo declarações permitidas; guarde as vazas fechadas e memorize o seu valor acumulado.
03 /
Saída e vaza
Saia com 1 carta ou 2–3 do mesmo naipe. O adversário responde com igual quantidade mas quaisquer naipes: seguir e cortar são opcionais. Uma carta superior do mesmo naipe bate a inferior; um trunfo bate qualquer não trunfo. Para ganhar um grupo, associe cada carta a uma resposta superior diferente. Bater parcialmente não ganha: a mesa fica com quem saiu.
As respostas são abertas. O vencedor sai a seguir. Reponha até 3 comprando uma a uma, vencedor e adversário, repetindo. O indicador faz parte do baralho. Se o resto não chegar para restaurar ambas as mãos inteiras, afaste todo esse resto e pare as compras. Com mãos reduzidas, não saia com mais cartas do que o adversário tem.
04 /
Bura, ases e molodka
Antes da próxima saída pode declarar mão especial e tomar a saída. Prioridade descendente: 3 trunfos, Bura; 3 ases; 3 cartas de um naipe não trunfo, molodka. Tipos iguais favorecem quem normalmente jogaria antes.
Bura ganha logo o pote. Se ambos a têm, mostra primeiro quem teria a saída; o adversário só ganha batendo cada trunfo com os seus. Três ases e molodka dão a saída, não vitória automática. Confirme declarações mostrando toda a mão.
05 /
Declarar 31 e resolver o pote
O objetivo é parar declarando pelo menos 31 pontos nas vazas ganhas. Atingi-los não basta: declare e exponha as vazas para confirmar. Não veja vazas antigas para recontar antes da declaração. Uma declaração correta leva o pote. Com 30 ou menos, o declarante acrescenta tantas fichas quantas já há no pote, duplicando-o sem vencedor.
Em ambos os casos dá a seguir o declarante; após vitória por Bura, dá o vencedor. A nossa convenção não cobra nova entrada após declaração falsa; depois de um pote ganho, cada um volta a pôr 1 para continuar. Se todas as cartas disponíveis forem jogadas sem declaração, ninguém vence: cada um acrescenta 1 ao pote existente e mantém-se o dador. Não se divide o pote por empate; continua-se até alguém o ganhar. Combinem a duração antes.
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Vaza de grupo e declaração
Copas são trunfo. Contra K♠ e 8♠, o adversário joga A♠ e 7♥. O ás bate o rei e o trunfo bate o oito: a resposta ganha 4 + 0 + 11 + 0 = 15 pontos. Trocar 7♥ por 7♣ não bateria tudo e deixaria a vaza com quem saiu.
O vencedor tinha 17 pontos: agora 17 + 15 = 32, bastando para declarar 31 e ganhar após confirmação. Se outra declaração revelar só 30 com 2 fichas no pote, acrescente 2: ficam 4 e começa nova mão.
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Perguntas frequentes
Tenho de seguir o naipe?+
Não. Mesmo tendo esse naipe, pode jogar outras cartas e ceder a vaza.
Três ases ganham logo?+
Neste perfil só tomam a saída. Três trunfos, Bura, dão vitória imediata.