Ensinamos o jogo tradicional com trocas repetidas. O rei supera o ás e as cartas capturadas não valem pontos. O tratamento do monte curto fica explícito para conservar ambas as mãos completas.

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No início das trocas, cada pessoa tem 5 cartas. O indicador aberto define o trunfo junto do monte fechado de 21 cartas; não entra em nenhuma mão. Leques e montes são esquemáticos; as regras indicam o número de cartas.
No início das trocas, cada pessoa tem 5 cartas. O indicador aberto define o trunfo junto do monte fechado de 21 cartas; não entra em nenhuma mão. Leques e montes são esquemáticos; as regras indicam o número de cartas.

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Baralho e distribuição

Use 32 cartas do 7 ao ás para 2 pessoas. A ordem em cada naipe é K, Q, J, A, 10, 9, 8, 7. Corte para escolher o primeiro dador: a maior nessa ordem dá; valores iguais exigem novo corte. Baralhe e deixe o adversário cortar. Dê 5 a cada um, adversário primeiro, em grupos de 3 e 2; mantenha o padrão durante a partida. Vire a carta seguinte como trunfo; permanece fora das mãos. As restantes 21 formam o monte de troca. Alterne os dadores.

Um rei de trunfo virado dá imediatamente 1 ponto ao dador. Caso contrário, quem tiver o rei de trunfo pode declará-lo antes da sua primeira carta e marcar 1. A nossa convenção explícita anuncia o rei na mão depois da decisão de troca, antes do jogo. Ganha imediatamente quem atingir 5, incluindo com o ponto do rei.

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Propor ou jogar

O não dador joga a mão atual ou propõe uma troca. Se o dador recusar, o jogo começa imediatamente. Se aceitar, o não dador descarta entre 1 e 5 cartas tapadas e recebe tantas do monte; depois o dador pode substituir qualquer número até 5, incluindo nenhuma. Descarte antes de receber; os descartes ficam fora e não se consultam. Depois de uma troca aceite, o não dador pode propor novamente e o dador aceitar ou recusar. Continue até o não dador decidir jogar, o dador recusar ou o monte acabar. Ninguém recebe o indicador exposto.

O não dador tem prioridade se o monte for curto. Se pedir mais do que resta, recebe apenas as restantes e recupera o excesso do seu último descarte antes de olhar para as novas cartas. O dador troca depois apenas quantas o monte restante permitir, mantendo as outras; se não restar nenhuma, conserva toda a mão. Não descarte cartas sem substituição disponível. Este procedimento explícito segue o princípio histórico de prioridade e recuperação, evitando mãos incompletas.

Se o não dador jogar sem propor e perder a maioria, o dador marca 2 em vez de 1 pelas vazas. Se o dador recusar a proposta inicial e perder a maioria, o não dador também recebe 2. Depois de uma troca aceite, recusas posteriores não têm penalização de recusa.

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Jogar e marcar

O não dador abre com qualquer carta. O adversário deve assistir e superar a saída se puder. Sem o naipe, deve cortar se possível; sem naipe nem trunfo, descarta livremente. Ganha o maior trunfo, ou a maior carta pedida, e abre a seguir. Jogue todas as 5 vazas.

Ganhar 3 ou 4 vazas vale 1; ganhar todas as 5, a vole, vale 2. A penalização de recusa também torna o prémio 2, não 3 mesmo com varredura. O ponto do rei é adicional. Só o vencedor recebe pontos pelas vazas, pelo que não há distribuição empatada. Alterne dadores até alguém atingir 5; não há empate final simultâneo porque se reclamam os pontos por ordem.

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O ás não é o maior

Espadas não são trunfo. O adversário abre J♠ e as suas espadas são Q♠ e 7♠. Deve jogar Q♠ e ganhar. Se tivesse A♠ e 7♠, nenhuma superaria o valete: assistir continua obrigatório, mas qualquer delas é legal. Suponha que depois ganha 3 vazas após a recusa de troca do dador: marca 2, independentemente de um ponto anterior do rei.

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Espadas não são trunfo. B tem Q♠ e 7♠ e deve ganhar no naipe pedido se puder. A: J♠; B: Q♠. B tem de jogar Q♠ e ganhar. Não pode guardar a dama jogando 7♠.
B tem de jogar Q♠ e ganhar. Não pode guardar a dama jogando 7♠.

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Contexto histórico e variantes

A Écarté está documentada em manuais oitocentistas. A ficha do centro cultural francês consultada situa a popularidade na Restauração. Manuais históricos descrevem propostas, trocas repetidas e prioridade do não dador quando o monte é curto. Sustentam uma época e tradição, sem identificar inventor seguro. A troca única é uma variante abreviada acordada, não o perfil principal deste guia.

Perguntas frequentes

Conservo a mão original quando o dador recusa?+

Sim. Nenhum jogador troca cartas.

Varredura e recusa dão três pontos?+

Neste perfil não: o prémio pelas vazas limita-se a dois, além de um possível ponto do rei.

O rei pode terminar a partida antes do jogo?+

Sim. Pare logo que o ponto reclamado atingir a meta.