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História
O Pagat situa as primeiras descrições impressas de Svoi Kozyri no século XIX e regista esta forma moderna através de Alexey Lobashev. O jogo aberto simétrico de Besikovitch, publicado em Eureka em 1953, é uma versão distinta para duas pessoas. A fonte não identifica inventor único da tradição.
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Preparação
4 pessoas jogam individualmente. Antes da distribuição atribuam quatro naipes de trunfo diferentes e anunciem-nos. Use 36 cartas pela ordem A–K–Q–J–10–9–8–7–6. Primeiro dador ao acaso; depois dá o derrotado. Baralhe, corte à direita e distribua tudo uma a uma por ordem horária, 9 cada.
Antes de jogar, entregue cada seis ao dono desse naipe como trunfo. As mãos podem ficar desiguais; todos têm o seis do seu trunfo. Começa à esquerda do dador com qualquer carta. Não há trunfo comum: ao bater só conta o seu, independentemente do naipe pertencente ao jogador anterior.
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Bater e sair
Jogue numa pilha comum aberta com o topo visível. No seu turno, bata o topo e saia logo com outra carta qualquer por cima, ou recolha a quantidade exigida do topo. Nunca compre nem recolha entre a defesa e a nova saída. Bata não trunfo com carta superior do mesmo naipe ou seu trunfo; um trunfo exige carta superior do mesmo naipe. Seguir naipe é opcional.
Completada a ação, passa a vez. Se a recolha deixar pilha, o próximo enfrenta o novo topo. Se ficar vazia, sai com qualquer carta isolada. Antes de decidir pode ver as cartas que teria de recolher e a seguinte por baixo. Mostre a defesa a pedido se jogou as duas juntas.
Sem reposição disponível, se a defesa esvaziar a mão, saia sem nova saída. Aplique as regras das últimas cartas abaixo.
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Quantidade a recolher
Sem poder ou querer bater, recolha as 3 do topo se a superior não for seu trunfo; 5 se for seu trunfo sem ser ás; toda a pilha se for o ás do seu trunfo. Com menos cartas do que a quantidade exigida, recolha tudo. Recolher termina o turno; não joga logo outra vez. Não há baralho de compra, reposição nem descarte separado.
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Últimas cartas
Uma mão vazia sai imediatamente e é saltada. Se alguém sair com a última carta de defesa e restarem pelo menos dois outros, o próximo sai livremente por cima, sem bater. A função da última carta importa: defesa e nova saída dão finais diferentes.
A última pessoa com cartas perde. Exceção: se a sua única carta bater a última saída livre do adversário e for a sua vez de responder, há empate. Se a carta adversária foi apenas defesa sem nova saída, não há resposta final: quem ficou perde mesmo com carta superior. Após empate mantém-se o dador. Não é preciso pontuar; uma série pode contar derrotas.
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Exemplo de cadeia
A tem paus, B ouros, C copas e D espadas, por ordem horária. A sai com 8♥. B bate com 6♦ e sai com Q♠. C bate a dama com 6♥ e sai com 9♦. A pilha tem 5 cartas.
D recusa bater: 9♦ não é seu trunfo, por isso recolhe as 3 superiores, 9♦, 6♥, Q♠. O novo topo é 6♦. A pode bater com 9♣ e deve sair de novo: ouros era trunfo de B, mas é normal no turno de A.
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Perguntas frequentes
O meu trunfo pode bater o de outro?+
Sim. Só o seu naipe tem força especial no seu turno.
Distribuem-se novas cartas após o turno?+
Não. Todo o baralho já está nas mãos ou na pilha; não há compra.