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História e âmbito
A família do bacará está documentada em relatos franceses do século XIX; a investigação resumida do Pagat aponta para a obra de Charles Van-Tenac de 1847. Esse relato ainda não é o moderno Punto Banco. A variante posterior torna obrigatória a compra; não se afirma aqui uma data exata de criação.
Chemin de Fer e Baccarat Banque conservam decisões ausentes do Punto Banco. Um título genérico «bacará» não chega, portanto, para identificar as regras de jogo.
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Cartas e sessão de treino
A variante escolhida usa oito baralhos normais de 52 cartas sem jokers: 416 cartas. Marque Punto, Banco e Tie na mesa. Escolha quem dá; os participantes não recebem mãos separadas.
Acordo doméstico: dois a oito participantes começam com zero e jogam dez distribuições. Antes de cada uma, todos registam uma previsão com uma aposta fictícia de 20 pontos. Quem dá também pode prever antes de revelar cartas. Recolha e baralhe todas as cartas após cada distribuição. Não use dinheiro nem limite de saldo; são permitidos resultados negativos.
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Valores e distribuição inicial
A=1; 2–9 valem o número; 10, J, Q e K valem zero. Some e conserve só o algarismo das unidades: 7+8=15 significa cinco.
Depois de fixadas as previsões, dê aberto pela ordem Punto–Banco–Punto–Banco. Se qualquer par inicial somar oito ou nove, nenhuma mão compra. Compare imediatamente: oito perde para nove e dois oitos empatam.
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Compra obrigatória
Sem oito ou nove inicial, Punto compra com 0–5 e fica com 6–7. Se Punto ficar, Banco compra com 0–5 e fica com 6–7.
Se Punto comprar, use o valor dessa terceira carta e o total original de duas cartas de Banco:
| Total original de Banco | Compra perante a terceira carta de Punto |
|---|---|
| 0–2 | Sempre |
| 3 | Qualquer uma exceto 8 |
| 4 | 2–7 |
| 5 | 4–7 |
| 6 | 6–7 |
| 7 | Nunca |
Caso contrário, Banco fica. Cada mão tem no máximo três cartas. Recalcule os totais finais pelo algarismo das unidades. Ganha o maior; totais iguais empatam.
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Acerto da pontuação
Neste tarifário, uma previsão Punto vencedora lucra uma aposta; Banco lucra 95% da aposta; Tie lucra oito apostas. A aposta original é devolvida separadamente. Num empate real, as previsões Punto e Banco são devolvidas sem lucro, enquanto Tie ganha.
| Previsão com aposta 20 | Alteração líquida na vitória | Derrota |
|---|---|---|
| Punto | +20 | −20 |
| Banco | +19 | −20 |
| Tie | +160 | −20 |
Uma devolução altera os totais Punto/Banco em zero. Após dez distribuições ganha o total mais alto; líderes empatados partilham a vitória. Esta duração de sessão é um formato doméstico, não uma exigência de casino.
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O exemplo da terceira carta oito
Punto recebe 4♥ e 9♣: três pontos. Banco recebe 2♠ e A♦: também três. Não há natural. Punto tem de comprar 8♦, passando a ter um no final: 4+9+8=21.
Banco usa a terceira carta, não o total final de Punto. A linha do três na tabela manda ficar perante um oito. Banco conserva três e ganha. Uma previsão Banco com aposta fictícia de 20 produz um resultado líquido de +19.
Substitua agora apenas 8♦ por 7♦. Banco tem de comprar. As mãos iniciais são iguais, mas um algarismo alterado muda o procedimento obrigatório.
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Manter outros tarifários separados
Algumas mesas pagam Tie a 9:1; outras retiram a comissão e alteram certos pagamentos de Banco. Nenhuma está incluída aqui. As apostas adicionais em pares também ficam excluídas. Para reproduzir outra mesa, use os seus pagamentos juntamente com todas as suas regras de compra.
Perguntas frequentes
Um oito natural ganha sempre?+
Não. Impede novas compras; nove vence oito e dois oitos empatam.
Punto pode recusar carta com cinco?+
Não. A compra é obrigatória.
Banco é a pessoa que dá?+
É o nome de uma mão comum; os participantes podem prever a vitória dessa mão.
Porque usar apostas de vinte?+
A comissão de cinco por cento dá então um lucro líquido inteiro de 19 pontos.